ERP eficaz, muito além da colcha de retalhos

Qualquer negócio de qualquer tamanho é repleto de processos em todas as direções.

Desde a entrada de materiais, estocagem, manufatura, produção, montagem, vendas internas diretas, vendas externas via equipamentos móveis, administração financeira, contabilidade, custos, obrigações fiscais e por aí afora. Controlar processos serve para maximizar resultados, eliminar paradas, demoras, perdas por fluxos inseguros ou erráticos, entre outros. E se ter controle é fundamental para a sustentabilidade dos negócios, desviar desse caminho pode ser prejudicial para sua empresa em igual proporção.

A principal causa que leva as companhias a percorrerem “caminhos indesejados” são as famosas customizações. Elas acontecem por várias razões: mudanças externas, solicitações ou novas exigências de clientes, órgãos governamentais, agências regulatórias, além da sedimentação da cultura do mercado em geral que exige novos atendimentos e processos. Novos processos, por sua vez, implicam em ajustes nos sistemas de gestão e, muitas vezes, requerem a construção de novos fluxos (bancos de dados e/ou interfaces com sistemas legados ou especialistas).

Quer um exemplo? Vamos falar de exigências fiscais: toda empresa precisa provar as origens e destinos de cada documento fiscal emitido. E se a exigência for qualidade? Então é preciso registrar a rastreabilidade das origens e destinos. Se for por novos produtos, devemos homologar novos produtos ou fornecedores para atender às especificações e ter gestão documental com evidências de comprovações instantâneas. Todos esses processos devem ser atendidos por um sistema de gestão.

Assim, o desenvolvimento nativo de um sistema ou a aquisição de um software de mercado às vezes requer ajustes para atender aos negócios. A grande questão é: por quanto tempo? São muitas as mudanças que acontecem a cada ano, sejam elas mundiais, do seu país ou do seu estado, que puxam o mercado para mais customizações ou para a criação de aplicativos “add ons” que atendam ao novo. O perigo mora aí. Seu software de gestão pode virar um grande quebra-cabeça, com processos esquecidos, que um dia foram utilizados por um único cliente, fluxos manuais e não sistematizados etc.

A solução? Um sistema que reúne processos pré-validados para atender ao seu negócio hoje e outros processos prontos para serem utilizados amanhã, quando assim forem solicitados.

O ERP “All in One” da alemã SAP é adotado por mais de 250 mil clientes no mundo, onde as maiores diferenças são o idioma e o trato fiscal, evoluindo com as melhores práticas e necessidades desses clientes. Os demais processos ou fluxos operacionais são utilizados e reconhecidos como os mais eficazes e nos  permitem  “alternativas de caminhos conhecidos”, flexibilidade, porém com disciplina no uso e controle individual do processo. É o que a Engine oferece, com base na abrangência do produto SAP Business All in One, conhecido também como A1, na metodologia inovadora de real aproveitamento das melhores práticas de mercado e dos processos de cada cliente.

A governança é real e simples, pois os mesmos conceitos vigoram em qualquer filial ou outro negócio de um grupo empresarial, além da estabilidade para atender aos usuários de todas as áreas dos negócios. “Tudo em um” significa uma alta capacidade de uso da solução, que é pronta para atender aos requisitos dos solicitantes, hoje ou em um futuro breve.

Muito melhor do que a antiga colcha de retalhos, não?

Marcos Reinaldo Bonavita é engenheiro industrial, possui MBA em gestão de negócios e é tambem diretor de Soluções de Negócios da Empresa de sucesso chamada Engine, oferencedo o SAP ERP na nuvem (modalidade SaaS). 

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